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quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Quebras de mitos sobre a primeira carga do celular

Nota: Dado a devida importância e veracidade da postagem abaixo, todo o conteúdo foi copiado e colado do site baixaki da sua divisão de informática. Portanto, todos os créditos sobre esse post são inteiramente do referido site. Restando a mim apenas a missão de divulgar tais informações.
 
Quando você compra um celular novo, fica doido pra chegar logo em casa e brincar com ele, certo?! Virar de cabeça pra baixo cada função, adicionar toques personalizados, fotos, enfim, deixar o aparelho recém-adquirido com a sua cara. É também nessas horas que vem a famosa pergunta: é preciso mesmo deixar o celular carregando por mais de 8 horas na primeira carga da bateria?
 
Antes de dar início às explicações e às respostas para a pergunta, é bom que o usuário tenha conhecimento a respeito de dois assuntos: os tipos de bateria presentes no mercado e quando uma bateria pode ser considerada viciada. Então, vamos às explicações.

Tipos de bateria
São três os tipos de baterias mais conhecidos atualmente:
  • Níquel e Cádmio (NiCd) – o uso dessas baterias é mais raro nos tempos de hoje, uma vez que elas são prejudicial à saúde e tem o chamado efeito memória, ou seja, viciam com facilidade;
    Os celulares e suas baterias
  • Níquel Metal Hidreto (NiMH) – podem ser consideradas uma melhoria nas baterias NiCd. São menos suscetíveis ao efeito memória, além de não serem tão prejudiciais. Ainda é possível encontrar alguns notebooks, câmeras digitais e celulares mais antigos com esse tipo de bateria;
  • Íons de Lítio (Li-ion) – são as mais comuns hoje em dia, isso porque não possuem problemas com o efeito memória. Além disso, não são tóxicas.
Bateria “viciada”
A principal causa do chamado efeito memória é, sem dúvida, recarregar a bateria sem que ela tenha gasto toda sua carga ou então retirá-la da carga sem que esta esteja terminada por completo.

O principal “efeito” do vício de bateria é a durabilidade reduzida da carga. Ou seja, se antes o seu celular podia ficar sem carregar por cinco dias e agora você precisa dar uma carga todo dia, pode ter certeza que a bateria do aparelho está viciada. Para maiores detalhes a respeito de baterias leia o artigo: “Baterias: tudo o que você precisa saber sobre elas”.

E A PRIMEIRA CARGA, PRECISA MESMO DEMORAR?
 
Essa é uma das questões mais levantadas quando se fala em bateria de celular. Na verdade não há uma regra que estabeleça o tempo da primeira carga da bateria, apenas é indicado que ela seja maior do que as demais recargas. A quantidade de horas que o aparelho deve ficar conectado à tomada no primeiro momento varia muito entre os fabricantes.
Mito ou Verdade: a primeira carga na bateria do celular precisa levar de 8 a 12 horas?
Nos celulares da Nokia, por exemplo, é indicado que as três primeiras cargas na bateriam sejam de 8 horas. Já para os aparelhos da LG e Motorola, basta que a mensagem “Carga completa” apareça na tela. Veja abaixo o tempo de carga para as marcas de celulares mais comuns no mercado:
  • Nokia: 3x de 8 horas;
  • Samsung: 1x de 4 horas;
  • Gradiente: 3x de 4 horas;
  • LG e Motorola: Até a mensagem "Carga completa" ser mostrada;
  • Sony Ericsson: 1x 3 horas;
  • Benq Siemens: 1x de 10 horas.
Vale lembrar que o celular deve estar desligado enquanto carrega, pelo menos na primeira carga da bateria. Também não é indicado retirar o aparelho da tomada, interrompendo assim o carregamento.
A melhor coisa a se fazer em situações assim é ler o manual do aparelho. Algumas empresas disponibilizam versões mais atualizadas dos livretos explicativos em suas páginas na internet e você pode acessar tudo gratuitamente.
 
Sendo assim, se o manual que veio com o aparelho não diz muita coisa a respeito de tempo para a primeira carga da bateria, procure nos portais de ajuda ao consumidor do fabricante. Além disso, muitos sites também contam com atendimento ao usuário online.
Mito ou Verdade: a primeira carga na bateria do celular precisa levar de 8 a 12 horas?
O bom senso também conta
Outra situação muito comum encontrada nas lojas é a de pessoas passando informações erradas para o consumidor. Quantas vezes você já ouviu, ou recebeu, instruções do tipo: “As primeiras cargas devem ser de 24 horas pelo menos.”. Pois é, o bom senso também conta muito nessas horas.

Embora muitas baterias tenham o limitador de carga, deixar um aparelho carregando por mais de 8 horas pode trazer algumas consequências, como viciar a bateria ou – em casos mais extremos, mas não raros – queimar o aparelho. Lembre-se de que qualquer coisa quando em excesso é prejudicial!

Mito ou Verdade: a primeira carga na bateria do celular precisa levar de 8 a 12 horas?

Infelizmente não há uma resposta mais concreta para a questão da primeira carga nas baterias. A tecnologia empregada em cada aparelho é diferente e, por isso, cada um exige um cuidado diferenciado. Só para deixar claro, as baterias do tipo Li-íon são mais difíceis de viciar, mas isso não significa que não aconteça.
 
Um celular, se bem cuidado, pode durar vários anos, salvo quando o problema é na fabricação. Seguindo algumas recomendações simples você pode gastar menos dinheiro e se livrar de várias dores de cabeças.

Fonte e texto: tecmundo

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Próximo Android será o 4.4 e chamará KitKat


O Android ultrapassou hoje a impressionante marca de 1 bilhão de ativações de dispositivos pelo mundo. Surpreendente, não? Para comemorar o marco, o Google colocou uma nova estátua com o robozinho mascote do Android no gramado da sua sede em Mountain View, e o novo Android é… um KitKat gigante.
 
Sim, o chocolate KitKat mesmo. Uma foto (no topo do post) publicada por Sundar Pichai, o chefão do Android, mostra o novo Android KitKat ao lado dos seus amigos Gingerbread, Jelly Bean, Honeycomb, Ice Cream Sandwich e toda a turma de mascotes-sobremesas do Google.
E isso significa que não teremos uma torta de limão com o próximo Android (rumores diziam que ele se chamaria Key Lime Pie). Sundar Pichai disse que as barras de chocolate batizarão o novo Android. De verdade?
 
"No meu retorno da Ásia, fiquei emocionado ao encontrar este cara aguardando para me receber no gramado — amo a nova estátua #AndroidKitKat e não vejo a hora de lançar a nova versão da plataforma que será tão doce como esta barra de chocolate que é uma das preferidas da nossa equipe :)"
O Google inclusive já lançou o site do Android KitKat e resolveu brincar de Willy Wonka: barras de chocolate Kit Kat com uma embalagem promocional do Android e poderão dar um Nexus 7 ou créditos para a loja Google Play Store. Não é uma visita a uma fantástica fábrica de chocolates, mas ainda é um prêmio bacana. No site você também confere uma breve história de todos os sabores dos Androids passados – do Cupcake ao Jelly Bean, com algumas das novidades incluídas em cada nova versão do sistema móvel. No final, o objetivo do Android 4.4 KitKat:
 
“Nosso objetivo com o Android KitKat é criar uma experiência fantástica do Android disponível para todo mundo.”

Quando veremos o Android 4.4? Não sabemos. Mas, ao menos, sabemos o seu nome: KitKat. E, pelo jeito, não é nenhum tipo de licenciamento não: segundo a BBC, não há nenhum acordo comercial entre as empresas para o novo Android receber este nome. O Google foi atrás da Nestlé para batizar o novo Android e não receberá nenhuma recompensa financeira por isso – só que, inevitavelmente, uma marca ficará associada à outra.
 
De qualquer forma, a marca de 1 bilhão de dispositivos com Android no mundo é bastante significativa e mostra o rápido crescimento do Android: durante o Google I/O, em maio, Pichai disse que as ativações tinham superado a marca das 900 milhões. A taxa de ativação do Android é de cerca de 1,5 milhões de dispositivos por dia, o que é muita coisa mesmo. E que venha o KitKat!

Microsoft compra a Nokia por 17 bilhões de Reais


Alguns falam que isso já era mais do que previsto e inevitável, visto o desejo da empresa de Bill Gates de entrar no mercado de Hardware, assim como fez a Google a também empresa de softwares ao comprar a divisão de celulares da Motorola. 

Dois anos depois de atrelar seu futuro ao sistema operacional Windows Phone, a finlandesa Nokia anunciou nesta terça-feira (3) a venda de sua área de telefones celulares para a gigante norte-americana Microsoft, por US$ 7,183 bilhões (cerca de R$ 17,07 bilhões).

A finlandesa se concentrará agora em serviços e redes, "o melhor caminho para avançar, tanto para a empresa como para seus acionistas", afirmou o presidente interino da Nokia, Risto Siilasmaa, em comunicado.

Como parte do acordo, Microsoft poderá usar por dez anos as patentes da Nokia – há ainda a opção de adquiri-las. A finlandesa, por sua vez, também poderá usar em seu serviço de mapa Here as patentes de sua compradora. 

Para a Microsoft, a aquisição tem como objetivo "acelerar o êxito com os smartphones", anunciou Steve Ballmer, diretor-executivo da companhia. Em meio a intensas especulações sobre a venda da Nokia nos últimos meses, já haviam sido citados outros possíveis compradores, como Huawei e Lenovo.

A Nokia liderou o mercado de telefones celulares durante 14 anos, até ser superada pela Samsung em 2012. A finlandesa - adepta ao sistema operacional portátil Windows Phone - vem perdendo mercado com a popularização dos smartphones.

Em um estudo global divulgado pela consultoria Gartner recentemente, a Nokia não aparece entre os cinco maiores fabricantes de aparelhos inteligentes (a lista é composta por Samsung, Apple, LG, Lenovo e ZTE). Mas se considerados os telefones celulares de forma geral, categoria que inclui os aparelhos mais simples (feature phones), a Nokia fica em segundo lugar nas vendas, perdendo apenas para a Samsung.

A Microsoft, a maior empresa de software do planeta, também vem enfrentando dificuldades. Ela não conseguiu se adaptar ao mercado das plataformas móveis com o Windows Phone. Esse sistema operacional para portáteis respondeu por 3,3% dos smartphones vendidos no segundo trimestre, segundo o Gartner. Android tem 79% do mercado, enquanto a Apple fica com 14,9%.


Presidente da Nokia pode assumir a Microsoft
O diretor-executivo da Nokia, Stephen Elop, que dirigia a área de software para empresas da Microsoft antes de ingressar na Nokia em 2010, vai agora retornar para a companhia norte-americana como presidente de suas operações de dispositivos móveis.

Ele está sendo cotado como um possível substituto ao atual diretor-executivo da Microsoft, Steve Ballmer, que vai deixar o cargo nos próximos 12 meses.  Ele está tentando transformar a companhia em uma empresa de aparelhos e serviços, como a Apple, antes de deixar o comando.

Em três anos sob o comando de Elop, a Nokia viu sua participação de mercado encolher e o preço de suas ações recuarem em meio à aposta dos investidores de que sua estratégia fracassaria. Com a venda da divisão de celulares, Elop será substituído interinamente por Risto Siilasmaa.

Em 2011, depois de escrever um memorando que afirmava que a Nokia estava ficando para trás e não tinha tecnologia para acompanhar o mercado, Elop tomou uma decisão controversa de usar o sistema operacional da Microsoft para smartphones, o Windows Phone, no lugar da própria plataforma desenvolvida pela Nokia (Symbian) ou do sistema criado pelo Google (Android), hoje líder de mercado.

Venda só será concluída em 2014
A venda da divisão de celulares da Nokia para a Microsoft deve ser concluída no primeiro trimestre de 2014 e está sujeita à aprovação de acionistas da Nokia e autoridades reguladoras de mercado.

Cerca de 32 mil funcionários da Nokia esperam ser transferidos para a Microsoft, incluindo 4.700 que trabalham na Finlândia, destacou o grupo. "Não temos planos para transferir os postos de trabalho em outras partes do mundo, como parte da fusão", disse Steve Ballmer.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

E se meu telefone for roubado, como faço com minha contga no What's App?



Quem já perdeu ou teve um smartphone roubado sabe o tamanho do problema: contatos que podem ter sido perdidos, além da possibilidade de ter seus dados acessados por qualquer pessoa. Além de fotos, vídeos e contatos, uma fragilidade do seu aparelho pode estar no WhatsApp.

Há quem pense que o app não é problema, no entanto, como o sistema fica registrado no aparelho e utiliza a WiFi para se conectar, qualquer individuo mal intencionado pode ver suas conversas e, pior ainda, continuar bate-papos com seus amigos e familiares, o que é muito perigoso.

Para evitar qualquer problema ainda maior, saiba neste tutorial a melhor forma de proteger sua conta, impedindo que pessoas não autorizadas tenham acesso ao seu cadastro no sistema de mensagens caso você tenha seu aparelho roubado ou perdido.

Após o bloqueio do chip em contato com a operadora de telefonia, você precisa entrar em contato com a equipe de suporte do aplicativo. Infelizmente, o sistema não é automatizado e você não consegue realizar a tarefa de forma independente por meio de login e senha.

Então, você precisa enviar um email para o endereço support@whatsapp.com (que conta com suporte em português) informando o que aconteceu e indicando seu número da seguinte forma:

+55 (código de área) (número de telefone a ser bloqueado)
Em algum tempo você deve receber a confirmação de recebimento da solicitação, no entanto, a equipe do WhatsApp não informa quanto tempo o bloqueio pode vai levar.

Atenção: o bloqueio só se torna efetivo caso o chip também tenha sido desativado. A medida é feita para impedir golpes ou “trotes”. Caso o chip ainda esteja ativo, o WhatsApp funcionará normalmente, por isso, é importante que a primeira ação seja o bloqueio imediato da linha.


Fonte e texto: tecmundo

sábado, 31 de agosto de 2013

iPhone 5S Dourado dá as caras ao mundo em comparativo com outros modelos


O especulado iPhone 5S dourado apareceu, pela primeira vez, em vídeo. Uma publicação do site MacMixing no YouTube colocou um case do aparelho iOS frente à frente com um iPhone 5C de corpo azul e também com dois iPhones 5. A comparação mostra quais as principais alterações visuais entre os gadgets.

Quando posicionados bem próximos uns dos outros, os iPhones parecem ter poucas diferenças nas dimensões e em termos visuais – tirando, obviamente, as cores, e o acabamento em plástico do 5C. O modelo econômico, aliás, é o mais distinto do resto, com botões laterais com formato diferente e também alto falantes menores.

Já na comparação entre iPhone 5S e iPhone 5, porém, designs rigorosamente iguais, como já acontece entre o iPhone 4 e o iPhone 4S, por exemplo. Resta saber se o mesmo ocorre também com as especificações técnicas.

De acordo com as mais recentes especulações, o iPhone 5S terá tela de 4 polegadas com 1136 x 640 pixels, processador A7, câmera de 12 megapixels e versões com 16 GB, 32 GB, 64 GB e 128 GB de memória interna. Fala-se ainda em NFC, leitor de impressões digitais, 4G compatível com vários países e, claro, o iOS 7.

Já o iPhone 5C deve ser equipado com características mais modestas – e preço idem. A expectativa é de que ele possua a mesma tela do 5S, porém com processador dual-core de uma geração anterior, 1 GB de RAM, memória interna de até 64 GB, mas sem NFC ou o leitor das impressões. O gadget deve rodar iOS 7 e contar com Siri.

Conforme se aproxima o mês de setembro, mais novidades sobre os próximos celulares da Apple devem surgir na rede. Os gadgets podem ser apresentados no dia 10 e terem o início de suas vendas no dia 20. No entanto, nenhuma das informações foi confirmada até o momento.

Fonte: techtudo

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Metas de julho para banda larga não são alcançadas por Vivo, Oi e TIM

Segundo a agência de notícias Reuters Brasil, a Anatel divulgou nesta sexta-feira os resultados das medições de banda larga no país referente ao mês de julho.

De acordo com o relatório, que avaliou os serviços de banda larga fixa e móvel prestados por diversas operadoras nos estados de Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Paraná (com a adição do Rio Grande do Norte na ligação de alta velocidade fixa), as empresas TIM e Vivo não alcançaram as metas estabelecidas pelo órgão regulador para as conexões feitas a partir da rede de dados móveis.

A Oi foi a única prestadora que ficou aquém em ambas as categorias avaliadas. No Rio de Janeiro, o principal mercado da empresa, o índice de perda de dados foi de 77,72%. Essa taxa foi ainda maior no Paraná, atingindo 83,64%. No quesito latência (espaço de tempo necessário para a transmissão de pacotes de dados), a companhia obteve a marca de 14,02% — também abaixo da meta exigida — no Rio Grande do Norte.

Os 95% de taxa de transmissão instantânea que deveriam ser entregues não foram atingidos pela Vivo em São Paulo (93,55%) e no Rio de Janeiro (91,09%). Por sua vez, a TIM não alcançou esse patamar no estado de São Paulo, marcando 89,51%.

Quanto procuradas para falarem sobre os resultados apresentados pela Agência Nacional de Telecomunicações, as companhias seguiram a mesma linha de resposta. A Oi garante que os problemas identificados são pontuais e que "já foram mapeados e estão sendo cuidadosamente analisados e tratados pela companhia".

A TIM informou que ainda está analisando o relatório oficial no tocante à banda larga móvel, mas que "está investindo constantemente com foco na ampliação e otimização da sua rede". Por fim, a Vivo alegou que "problemas sistêmicos limitaram o número de medições, o que reduziu a validade estatística dos dados coletados" e as medidas cabíveis já foram tomadas.

A Anatel explicitou que, apesar dessas falhas, todas as operadoras superaram a meta de 60% no quesito taxa de transmissão média. O órgão ainda complementou que as empresas que não bateram as metas sofrerão sanções administrativas, as quais podem resultar em advertências ou multas.

Fonte: Tecmundo

domingo, 18 de agosto de 2013

Smartphone da Huawei fabricado no Brasil já tem preço definido. Confira!

 
O nome do aparelho é Ascend G510 e ele será o primeiro smartphone da empresa a ser fabricado no Brasil, o custo sugerido deste novo mimo será de R$ 699,00. Uma bagatela para quem gosta de trocar telefone em períodos curtos de tempo.
 
Vamos a algumas especificações do aparelho, o novo Huawei tem tela de 4,5 polegadas, processador dual-core de 1,2 GHz e Android 4.1.
 
Confira as primeiras impressões do Ascend G510.
 
O Ascend G510 tem tela IPS de 4,5 polegadas com resolução FWVGA (854×480), 9.9 mm de espessura, processador dual-core de 1,2 GHz, com câmera frontal de 0,3 megapixels e a traseira de 5 megapixels com flash. Ele roda o Android 4.1 Jelly Bean com a interface da Huawei, a Emotion UI, com alguns truques como um sistema para economizar a bateria e um boot rápido – a Huawei diz que ele liga em cinco segundos.
 
 
Como o hardware sugere, ele é voltado para quem busca um aparelho intermediário. O Ascend G510 vai começar a ser vendido no dia 25 de agosto apenas pela operadora Vivo, com o preço nos planos pré-pagos de R$ 699.
 
Usando o aparelho
Ao pegar o G510, você logo nota que ele é um pouco grande (as dimensões exatas dele são 134 x 67 x 9.9 mm) e tem um peso razoável (150g, não é leve nem pesado, parece o ideal). Ele é retangular com as bordas arredondadas, e a capa traseira é um pouco curva – ele se encaixa bem na mão.
 
 
Fonte: msntecnologia